Esportistas espanhóis testam positivo para doping, e Agência Mundial Antidopagem é acusada de evitar sanções
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da heads bet: A Agência Mundial Antidopagem (WADA) foi acusada de permitir que a Espanha deixasse diversos atletas que testaram positivos para doping sem sofrer sanções. Segundo investigação realizada pelo jornal local “Relevo”, a instituição foi conivente com os casos flagrados pelo órgão máximo de anti-doping no país (CELAD), que também não forçou as punições e acobertou os positivados.
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da marjack bet: De acordo com o periódico, a Agência Nacional de Anti-Doping espanhola utilizou dinheiro público para pagar testagens irregulares entre 2017 e 2022. A ação teve o aval de José Luis Terreros e Jesús Muñoz-Guerra, diretor e chefe de departamento do órgão de controle, respectivamente.
Outra fórmula utilizada pela CELAD foi a não-comunicação aos atletas dentro do prazo obrigatório, de um ano, com a contagem iniciada a partir da abertura das investigações. O Relevo afirmou que a notificação era enviada aos atletas exatamente no 365º dia do processo via correio postal, demorando alguns dias para chegar. O Tribunal Administrativo de Esportes (TAD), portanto, livrava o esportista de qualquer punição devido aos informes serem tardios.
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Um dos casos citados pelo diário foi o de Patrick Chinedu Ike. O atletista testou positivo para AAS endógeno, norandrosterona e noretiocolanolona, mas o CELAD não abriu expediente ou fez sanções. Isso levou à continuidade do esportista nas competições e a uma espécie de apagamento do caso, embora tenha existido o registro no sistema ADAMS, plataforma da WADA que informa e leva ao cumprimento das normas.
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A maratonista Majida Maayouf se encaixou em um caso diferente. A Autorização de Uso Terapêutico (AUT) foi criada para permitir o uso de substâncias proibidas, havendo solicitação e justificativa plausíveis. Maayouf foi notificada por Muñoz-Guerra de que havia a possibilidade de cobrir seu resultado positivo, e as investigações foram findadas pelo Departamento de Controle de Dopagem por um envio de uma AUT que não constava datas.
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José Terreros já afirmou ao jornal “Marca”, em 2022, que existem pelo menos outros cinco episódios de positivos não-sancionados. Nenhuma das agências antidopagem se pronunciou, assim como o Comitê Olímpico Internacional.
Vale lembrar que a Rússia passou por um processo parecido anos atrás, com escândalos que levaram atletas do país a disputar competições como as Olimpíadas e as Paralimpíadas sem uniforme e bandeiras oficiais russas.
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